No ambiente de incertezas em que startups estão inseridas, é fundamental estar preparado para adaptações rápidas – e isso inclui a estrutura de TI. É possível que, por erros de planejamento ou falta de conhecimento da própria capacidade de armazenamento, uma companhia seja surpreendida pelo esgotamento da capacidade de seu servidor físico.

A dificuldade de expandir um servidor dentro de casa – e toda a infraestrutura envolvida, que inclui ar condicionado, energia, no-breaks entre outros – pode impactar os planos de crescimento e a estabilidade da empresa, já que a ampliação envolve custos e prazos. Além disso, em um cenário instável, fazer grandes investimentos em estrutura pode ser uma decisão arriscada.

Esse é um dos motivos pelos quais a computação em nuvem já deixou de ser uma novidade rodeada de inseguranças, sendo hoje uma solução simples e flexível adotada por muitas empresas.

 

Qual é a diferença?

Servidores em nuvem oferecem a possibilidade de expansão rápida e barata, já que a tecnologia dispensa investimentos em estrutura física própria. Além disso, a escalabilidade em nuvem é flexível: é possível retornar a um estado anterior com facilidade, caso necessário.

A tecnologia permite escalabilidade customizada, permitindo que seja programado um aumento sazonal da capacidade, alternativa útil para empresas que têm volume de trabalho alterado drasticamente ao longo do ano – como é o caso de e-commerces, que experienciam um aumento de vendas significativo em datas como Black Friday e Natal.

 

Vantagem competitiva

Contar com soluções baratas e flexíveis é um diferencial importante para o sucesso de uma startup. Um estudo desenvolvido pela Fundação Dom Cabral em 2014 concluiu que evitar investimentos altos antes que a empresa comece a faturar é um das principais estratégias que separam startups de sucesso daquelas que “morrem” com pouco tempo de operação.

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